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Rodrigo aponta passividade do Vitória no 1º tempo, mas destaca melhora na segunda etapa

por Whaley Emmanoel no dia 14 de janeiro de 2021 às 09:50
Foto: Pietro Carpi / EC Vitória

Em entrevista concedida após o empate diante do Avaí, o técnico Rodrigo Chagas reclamou da passividade do Rubro-Negro no primeiro tempo, mas destacou a evolução na etapa final.

"No primeiro tempo, fomos um time muito passivo, sem alegria, sem disposição. Quando tomamos o gol, nos encolhemos mais ainda. No segundo tempo, fiz a mudança, porque eu precisava de um jogador mais agressivo. Tiramos o Magrão, colocamos o Thiago para dentro, com a entrada do Caíque. E a equipe foi mais agressiva. Subi mais o bloco para a gente ter melhor a nossa compactação lá na frente, para não deixar o adversário sair, não deixar o adversário jogar. Encaixamos a nossa marcação e fomos um time com mais alma, mais brio. A realidade, chamei muito atenção para isso. Porque tem momentos em que não é só a tática que resolve, mas, sim, a disposição técnica, física, é o não deixar o adversário jogar. Então a cobrança foi muito grande em relação a isso. Além da mudança que fizemos, da troca do Magrão pelo Caíque", afirmou.

"Neste jogo, nós utilizamos jogadores como Magrão, mais experiente, na frente. A gente achou que ia ter uma maior consistência defensiva, um equilíbrio maior, digamos assim, com Léo Ceará, Frizzo e Fernando Neto. No primeiro tempo, não encaixamos. No segundo tempo corrigimos, com a entrada do Caíque, que entrou muito bem na segunda partida. Tivemos uma equipe melhor compactada no segundo tempo", completou.

Rodrigo Chagas se mostrou insatisfeito com os dois gols sofridos pela sua equipe, mas, principalmente, com o primeiro, marcado por Valdívia, originado de bola aérea.

"A gente trabalhou bastante esse tipo de situação. Tomamos um gol de escanteio. Individualmente marcando, vamos dizer assim, a gente vacilou. Estava tudo bem definido. A bola terminou sobrando dentro da área para o Valdívia. São erros que a gente não pode cometer de forma alguma. Tomar gol de bola parada, principalmente. É continuar trabalhando, fazendo as correções, fazendo com que os atletas enxerguem. Porque futebol é detalhe. Infelizmente, erramos duas vezes, tanto no primeiro como no segundo gol. No primeiro, pior ainda, porque eu não posso estar tomando um gol de bola parada. Mas vamos trabalhar para corrigir o quanto antes essa situação", disse.

Com o ponto somado, o Vitória abriu dois pontos para Paraná e Figueirense, clubes que estão no Z-4. Neste domingo (17), o Rubro-Negro entra em campo para enfrentar a Chapecoense, às 16h, no Barradão.

 

 

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