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Política

Canetada de Bolsonaro tira Carla Zambelli da vice-liderança do governo na Câmara

por Neison Cerqueira no dia 30 de September de 2020 às 09:40
Foto: Divulgação / Gazeta O Povo

O presidente Jair Bolsonaro fez mudanças e trocou os vice-líderes do governo na Câmara dos Deputados, entre eles, a deputada federal Carla Zambelli, apoiadora ferrenha do Palaciano. A lista completa dos novos representantes foi publicada na edição desta quarta-feira (30) no "Diário Oficial da União".

Os parlamentares escolhidos como vice-líderes do Governo, tem como função representar os interesses do Executivo federal nas discussões e votações na Câmara.

Foram indicados os seguintes nomes:

Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima (PSL-RJ)

Giovani Cherini (PL-RS)

Joaquim Passarinho Pinto de Souza Porto (PSD-PA)

Alberto Barros Cavalcante Neto (Republicanos-AM)

Greyce de Queiroz Elias (Avante-MG)

Luiz Augusto Carvalho Ribeiro Filho (Solidariedade-SE)

Antonio da Cruz Filgueira Neto (Patriota-MA)

Hilkea Carla de Souza Medeiros Lima (PROS-RN)

Paulo Velloso Dantas Azi (DEM-BA)

Lucio Antonio Mosquini (MDB-RO)

Deixarão a vice-liderança:

Guilherme Muraro Derrite (PP-SP)

Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior (PSL-RJ)

Luiz Armando Schroeder Reis (PSL-SC)

Eros Ferreira Biondini (PROS-MG)

Diego Alexsander Goncalo Paula Garcia (Podemos-PR)

Aline Sleutjes (PSL-PR)

Caroline Rodrigues de Toni (PSL-SC)

Carla Zambelli Salgado (PSL-SP)

Há ainda uma vaga para líder do governo na Câmara. Atualmente, esse cargo é ocupado pelo deputado Ricardo Barros (PP-PR) e 12 para vice-líder. O pepista foi oficializado líder em 18 de agosto, quando outros dois vice-líderes foram retirados de suas funções.

A novidade fica por conta da saída da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP). Ela foi retirada da vice-liderança do Executivo. Zambelli é uma das principais aliadas do presidente Jair Bolsonaro no Congresso. A proximidade entre ela e o presidente se intensificou após a demissão do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que acusou Bolsonaro de interferir politicamente na PF.

Na ocasião, Moro, então ministro da Justiça, também mostrou uma conversa de celular em que Zambelli tentava convencê-lo a ficar no governo em troca de uma vaga no STF, que ela negociaria com o presidente. Polêmica, em maio, durante uma entrevista à Rádio Gaúcha, Zambelli antecipou que a Polícia Federal estava prestes a deflagrar operações contra desvios na área da saúde nos estados.

 

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