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Política

Oposição divulga carta e pede que Bolsonaro renuncie à Presidência da República

por Isabela Rocha no dia 30 de March de 2020 às 16:20
Foto: Isac Nóbrega / PR

Um documento assinado por líderes da oposição sugere a renúncia de Jair Bolsonaro (sem partido) da Presidência da República. Assinam o texto os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSOL), além da candidata a vice de Haddad, Manuela Dávila (PCdoB). A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

O texto diz que o ex-capitão do Exército é “um presidente irresponsável” e “comete crimes, frauda informações, mente e incentiva o caos”. Os líderes criticam o comportamento do presidente diante da pandemia de coronavírus pela qual passa o Brasil – e todo o mundo. Bolsonaro tem estimulado o rompimento da quarentena voluntária recomendada pelo Ministério da Saúde.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); Roberto Requião (MDB), ex-governador do Paraná; Tarso Genro, ex-governador do Rio Grande do Sul; Gleisi Hoffmann, presidente do PT; Carlos Siqueira, presidente do PSB; Carlos Lupi, presidente do PDT; Edmilson Costa, presidente do PCB; Juliano Medeiros, presidente do PSOL; e Luciana Santos, presidente do PCdoB, também endossam as críticas. 

“Bolsonaro não tem condições de seguir governando o Brasil e de enfrentar essa crise, que compromete a saúde e a economia. Comete crimes, frauda informações, mente e incentiva o caos, aproveitando-se do desespero da população mais vulnerável. Precisamos de união e entendimento para enfrentar a pandemia, não de um presidente que contraria as autoridades de Saúde Pública e submete a vida de todos aos seus interesses políticos autoritários”, diz trecho do documento.

Ainda segundo a Folha, a sugestão de renúncia, segundo os autores da carta, é porque seria o “menos custoso” e permitiria uma “saída democrática” ao país. Os políticos da oposição entendem que Bolsonaro precisa ser contido com urgência e responder pelos crimes que tem cometido contra a população em meio à pandemia de coronavírus.

 

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