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Roberto Justus: "12 mil mortes para 7 bi é pouco para histeria", diz ele sobre a Covid-19

por Neison Cerqueira no dia 23 de March de 2020 às 19:10
Foto: Divulgação / Band

O empresário Roberto Justus que teve um áudio de conversa com Marcos Mion vazado na internet, dá uma "dura" no apresentador Marcos Mion, depois dele compartilhar, em um grupo de Whatsapp de que ambos fazem parte, o vídeo de um biólogo que dizia que o número de mortes em razão do coronavírus poderia chegar a 1 milhão no Brasil. 

Para Justos, a projeção é uma "histeria desproporcional". Nesta segunda (23), no "Aqui na Band", da Rede Bandeirantes, ao vivo, ele reiterou sua posição.

Questionado por Luís Ernesto Lacombe, ele argumentou: "O coronavírus é um vírus importante, que chacoalhou o planeta, mas eu sou um homem de números e estatísticas. Se você olhar que hoje, temos 300 mil casos no mundo com 15 mil mortes, eu falei no áudio que foi vazado, e naquele dia eram 2 mil mortos, que 12 mil mortos não é muita coisa", disse.

Justus também explicou sobre a repercussão negativa do áudio:"As pessoas me acusaram de debochar dos mortos. Doze mil é muito. Uma morte é muito, qualquer morte é muito. Agora, 12 mil mortes em sete bilhões de habitantes é muito pouco para criar essa histeria coletiva que foi criada no mundo. No Brasil, são 25 mortes lamentáveis, mas também é muito pouco para 210 milhões de habitantes", declarou.

E segiu: "Tem que tomar cuidado com esse vírus, sem dúvida. Agora, o lockdown [fechamento] total do planeta vai causar uma catástrofe econômica. Quem vai sofrer com essa catástrofe são os mais pobres", argumentou. "O que eu disse é que 90% das pessoas que serão atingidas por esse vírus não vai ter nada. Vai ter sintomas de uma leve gripe. Por que estamos isolando o planeta inteiro, tentando resolver um problema e criando um muito maior", completou.

 

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