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Bahia

SSP-BA diz que acusações da revista Veja sobre morte de miliciano são infudadas

por Antonio Neto no dia 14 de February de 2020 às 10:10
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Após reportagem da revista Veja, sobre a morte do miliciano Adriano da Nobrega onde é levantada a hipótese de queima de arquivo, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), divulgou nota de repúdio dizendo que as acusações são infundadas.

Na reportagem, a revista, que obteve imagens do corpo do miliciano, aponta que Adriano foi morto a curta distância, em um claro sinal de execução, o que favoreceria a tese de queima de arquivo.

"Informa que as fotografias mostradas não são as imagens oficiais da perícia. Dessa forma, os peritos não podem afirmar se foram de alguma forma manipuladas ou não e, portanto, não podem se manifestar sobre as mesmas. Sobre a lesão arredondada na face anterior do corpo de Adriano, trata-se de equimose, não uma queimadura. É uma lesão contundente, obviamente feita com algo arredondado, que pode ter sido ativamente ou passivamente comprimido contra o corpo" diz a nota da SSP

O órgão ainda deixou claro que é impossível determinar a distância de um disparo sem reproduzir o tiro com a mesma arma e uma munição parecida em um outro alvo.

"As lesões de disparo de arma de fogo não foram feitas com proximidade. Essa afirmação só pode ser feita quando há, pelo menos, a zona de tatuagem de pólvora incombusta intradérmica, o que não ocorreu. É impossível afirmar distância dos disparos, sem a reprodução destes, promovida com a mesma arma e munição similar, contra um anteparo (alvo)” concluiu.

 

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