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Saúde & Bem Estar

Dia Nacional da Mamografia: entenda o exame

por Daniel Serrano no dia 05 de February de 2020 às 11:20
Foto: Reprodução / TV TEM

Nesta quarta-feira (5) é comemorado o Dia Nacional da Mamografia. A data foi adotada para a conscientização da importância do exame. O câncer de mama é o tumor maligno mais comum entre as mulheres, principalmente entre 40 a 60 anos. 

Apesar das campanhas divulgadas sobre o assunto, algumas pessoas costumam ter dúvidas sobre o exame. Confira algumas dúvidas e reforçou a importância dao medicina da família para as mulheres: 

 • Como é feita a mamografia e para que serve? 

A mamografia é um tipo de raio-x feito através do mamógrafo, aparelho com duas superfícies que tem a função fazer uma compressão da mama da mulher. Esse exame é usado para detectar lesões no tecido mamário que vão desde lesões inespecíficas (calcificações), cistos simples, até tumores malignos. 

 • Todas as mulheres podem fazer a mamografia? 

Sim, mas a recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Entretanto, pode variar de acordo com cada caso. Para aquelas que possuem fatores de risco para o desenvolvimento da doença, como história familiar ou não ter tido filhos, o médico pode pedir que o exame comece a ser feito antes, por volta dos 35 anos. 

 • O ultrassom de mama ajuda no diagnóstico do câncer de mama? 

Sim. Em mulheres mais jovens e até antes dos 50 anos ou com mamas pequenas, o ultrassom pode ser o exame mais indicado para avaliar alguma possível lesão. Mas apenas a mamografia é indicada, pois com a idade, a mama sofre uma alteração fisiológica que é a lipo-substituição do tecido mamário (por tecido de gordura, mais flácido e sem sustentação), que impede a avaliação assertiva. 

 • Existe cuidados e contraindicações que podem evitar o Câncer de Mama? 

A mulher que tem parentes de 1º grau (mãe, filha ou irmã) que tiveram a doença, devem estar mais atentas aos sinais precoces e aos cuidados, principalmente depois dos 35 anos. O aumento do número de casos pode também estar ligado a mudança dos hábitos alimentares da população, ganho de peso, início da menarca (1ª menstruação da mulher), amamentação e quantidade de filhos, considerando que cada vez mais mulheres engravidam com mais idade. 

 

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