publicidade

Brasil

Envolvida em acidente com Boechat, empresa não podia fazer táxi aéreo, diz jornal

por Neison Cerqueira no dia 11 de February de 2019 às 18:32
Foto: Radioactivity / Divulgação

A empresa RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda, dona do helicóptero de matrícula PT-HPG não estava autorizada a fazer o serviço de táxi aéreo, ou seja, a transportar passageiros de forma remunerada, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O helicóptero caiu nesta segunda-feira (11), em acidente que matou o jornalista Ricardo Boechat. Segundo publicação da Folha de S. Paulo, a empresa estava certificada para prestar Serviços Aéreos Especializados (SAE), que incluem aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem.

“Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente”, afirmou a Anac, em nota.

O helicóptero, segundo a agência, estava em situação regular, com "Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido até maio de 2023, e a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia até maio de 2019". A aeronave era pilotada por Ronaldo Quatrucci, que também morreu no acidente. Segundo a Anac, as licenças e habilitações do piloto estavam válidas. A aeronave tinha fabricação da Bell Helicopter. 

 

LEIA TAMBÉM:

Bolsonaro dispara contra colunista da Veja: "Canalhice"

Notícias: Brasil

publicidade

publicidade

© Copyright 2018 - Radar da Bahia - Grupo Radar