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Saúde & Bem Estar

Depressão aumenta chances de problemas cardíacos, afirma estudo

por Paulo Araújo no dia 16 de October de 2018 às 10:57
Foto: Reprodução

Um dos grandes mistérios da ciência são as interações entre corpo e mente. Alvo de estudos essas interações podem provocar ou agravar o quadro de saúde de alguns pacientes. Um paciente com depressão, por exemplo, pode sofrer alterações endócrinas, imunológicas e cardíacas.

“Aqueles que sofrem com a depressão costumam ter uma série de sintomas que caracterizam uma verdadeira ameaça ao coração. Um deles, por exemplo, é a insônia, que pode aumentar o risco de hipertensão arterial em mais de 30%, segundo estudos. A ansiedade excessiva também é outro fator de risco, que pode gerar uma arritmia cardíaca e levar a um quadro de infarto. Além disso, a doença cardíaca por si só pode levar a um quadro de depressão”, afirmou o cirurgião cardiovascular Marcelo Sobral.

Um estudo da Universidade de Santo Amaro, realizado em 2017, já tinha atestado o risco da interação mente-coração. “Ambas as condições podem ter sintomas semelhantes como fadiga, anorexia, redução da interação com tendência ao isolamento, além de prejuízo do sono, alimentação e diminuição da atenção, por isso, os tratamentos precisam ser coordenados. O acompanhamento psicológico pode ajudar o paciente a falar sobre suas emoções, identificar seu estado mental e físico e principalmente, aumentar as chances de estabilização dos fatores de riscos para saúde”, disse a psicóloga Thais Silva, que defende que o tratamento da depressão pode reduzir drasticamente o risco de problemas cardíacos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 350 milhões de pessoas no mundo, sofrem de depressão.

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