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Polícia investiga se vereadora Marielle Franco assassinada era alvo de escuta

por Jones Araújo no dia 13 de junho de 2018 às 10:28
Foto: © Ricardo Moraes/Reuters

Os investigadores da Delegacia de Homicídios da Capital (DH) suspeitam que Marielle, vereadora assassinada, tenha sido alvo de uma escuta clandestina no gabinete dela, no nono andar da Câmara dos Vereadores. Três meses após o crime que também levou o motorista Anderson Gomes a morte, a polícia investiga que o crime a violência pode ter começado a ser planejado no ano passado.

A suspeita surgiu após assessores de Marielle terem revelado que, ao voltarem do recesso de fim de ano, no início de fevereiro, notaram que as placas do teto da sala da vereadora haviam sido alteradas.

Marielle Franco (PSOL) foi morta a tiros no centro da cidade do Rio de Janeiro. A principal hipótese da polícia é de execução.

 

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