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Líderes mundiais condenaram violência ocorrida na Faixa de Gaza

por Débora Oliveira no dia 15 de maio de 2018 às 13:36
Foto: Reprodução
Líderes europeus e do mundo árabe reagiram contra à repressão aos manifestantes e aos confrontos na fronteira de Israel com a Cisjordânia nesta segunda-feira (14). A Alemanha, o Reino Unido e a União Europeia condenaram o excesso de violência e os supostos abusos cometidos pelas forças militares israelenses.

A França anunciou que o presidente Emmanuel Macron vai se reunir nesta terça-feira (15), com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. No mundo árabe, países como o Kuwait e a Turquia também condenaram a morte de pelo menos 58 pessoas e 2,7 feridos na Faixa de Gaza.

Ainda no mundo árabe, a Turquia convocou para sexta-feira (18) uma reunião da Organização da Cooperação Islâmica (OIC). A informação sobre o encontro da OIC, que representa 57 países árabes, foi repassada pelo presidente turco Tayyip Erdopan.

Os confrontos ocorreram no mesmo dia em que os Estados Unidos inauguraram sua embaixada em Israel, transferindo-a de Tel-Aviv para Jerusalém.

Também em comunicado, a Alemanha afirmou que Israel tem o direito de se defender, mas deve fazê-lo proporcionalmente.

A União Europeia pediu moderação a Israel na contenção de protestos. Nos Estados Unidos, a posição é de que a violência dos confrontos dessa segunda-feira é responsabilidade do grupo extremista Hamas. O porta-voz da Casa Branca, Raj Shah, disse: "A responsabilidade por essas trágicas mortes cabe ao Hamas, que está intencional e cinicamente provocando isso".

De acordo com o grupo, os protestos na fronteira estão sendo intensificados, e novas manifestações são esperadas.

Além de governos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou a escalada de violência na região de Gaza e no denominado Território Palestino Ocupado.

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